Você sabe quanto custa um inventário? Descubra!

Você sabe quanto custa um inventário? Descubra!

 

Você sabe quanto custa um inventário? Descubra!

O planejamento para a construção de patrimônio também deve envolver o destino que será dado aos recursos após o falecimento. O ideal é garantir que os herdeiros possam receber seus direitos de forma prática e protegida. Para tanto, é preciso começar sabendo quanto custa um inventário.

Esse é o procedimento para que os bens sejam identificados, estruturados e divididos entre quem é de direito. Contudo, o valor para executá-lo pode ser elevado, o que causa complicações e pode afetar o patrimônio e a vida da família.

Neste artigo, você descobrirá quanto custa um inventário e conhecerá uma solução de apoio à sucessão patrimonial. Confira!

O que é um inventário de bens?

Quando uma pessoa falece e deixa bens, esse patrimônio deve ser distribuído aos herdeiros de direito. Porém, para que seja possível é necessário que haja uma identificação de todos os bens e da forma como eles serão divididos.

A etapa responsável por fazer isso é conhecida como inventário. O procedimento, portanto, é essencial para que um patrimônio seja dividido de maneira legal e com todos os direitos respeitados. É por meio dele que é transferida a posse dos bens de quem faleceu.

Como funciona um inventário?

Em relação ao funcionamento, há diversos tipos de inventário e cada um apresenta características específicas. O inventário extrajudicial pode ser registrado no cartório e é mais simples, mas também é restrito a poucos casos.

Ele só pode ser usado quando:

  • todos os herdeiros são maiores e capazes;
  • não há testamento vigente;
  • todos os herdeiros estão de acordo com a partilha.

Nos outros casos, utiliza-se o inventário judicial, com a distribuição sendo definida por um magistrado. Diante de problemas e discordâncias, será preciso aguardar a decisão judicial.

Caso haja testamento e todos os herdeiros estejam de acordo, é possível firmar uma partilha com a qual todos concordem e apresentá-la ao juiz, para deferimento. Isso é conhecido como inventário por arrolamento.

Como fazer um inventário?

O inventário exige apoio jurídico de um advogado especializado, mesmo que seja feito de forma extrajudicial e até quando a pessoa falecida não deixa patrimônio. O profissional fica responsável por dar abertura ao processo de sucessão.

Também é preciso reunir uma grande quantidade de documentos e de informações. Além dos documentos de identificação dos herdeiros, é necessário buscar certidões, escrituras e outros elementos referentes aos bens que foram deixados.

Se ocorrerem contestações e disputas, o inventário ainda inclui questionamentos legais, interrupções, esclarecimentos e questões semelhantes. Ao final, com a aprovação do juiz ou com o registro em cartório, a partilha se conclui.

Quanto custa um inventário?

Como você viu, há diversos processos de inventário que devem ser executados, o que interfere em quanto ele custa.

O custo é tabelado, entre judicial e extrajudicial, de acordo com a soma total dos bens. Considerando as duas tabelas, em 2021 o menor valor possível era de R$ 290,90 e o maior superava os R$ 87 mil.

O inventário de bens pode se tornar ainda mais caro, a depender de suas características. A quantidade de bens, a quantidade de herdeiros legais e a presença (ou não) de menores de idade são pontos que podem encarecê-lo.

Também há a questão ligada à partilha ser amigável ou não. Diante de disputas, a divisão tende a ser mais complexa e demorada, devido à atuação judicial que passa a ser exigida nesses casos.

Não menos importante, há a necessidade de regularizar bens, como imóveis sem escritura atualizada ou com débitos pendentes. Tudo isso se soma ao custo, o que pode dilapidar o patrimônio, atrapalhar o planejamento financeiro e dificultar o acesso à herança.

Como proteger seus bens com mais tranquilidade?

A sucessão patrimonial via inventário pode ser complexa e cara. Além disso, o inventário pode ser alvo de disputas e questionamentos judiciais, o que adia o recebimento dos recursos e compromete o patrimônio.

Para proteger seu dinheiro com mais tranquilidade e pensando na sucessão patrimonial é interessante considerar ativos e produtos financeiros que podem ajudar. Entre as soluções, está a Previdência Privada.

Por meio dela, é possível complementar ou obter a aposentadoria, além de ter características específicas quanto à sucessão patrimonial. Assim, ela ajuda a evitar os problemas atrelados ao inventário.

Outra opção é o seguro de vida, pois o recurso não faz parte da partilha de bens tradicional. Assim, vale a pena saber mais sobre ele.

Como o seguro de vida pode ajudar?

Conforme você viu, o seguro de vida é uma das soluções para driblar o custo de um inventário. Ele corresponde a um contrato estabelecido entre uma seguradora e o segurado, em favor dos beneficiários escolhidos.

Esse tipo de seguro prevê o pagamento de determinada quantia em caso de falecimento, respeitadas as coberturas e condições excludentes. Ele é inalienável, impenhorável e não passa pela partilha de bens. Logo, é uma alternativa que oferece ampla proteção na sucessão patrimonial.

Para saber por que alocar parte do seu patrimônio em um seguro de vida, veja quais são as suas principais vantagens!

Flexibilidade na escolha de beneficiários

Os bens que fazem parte de um inventário devem ser divididos de acordo com regras específicas aplicadas quanto a determinados beneficiários, como cônjuge e filhos. No caso do seguro de vida, existe muito mais flexibilidade.

É possível escolher qualquer beneficiário de interesse, sem ter que atender a definições sobre a partilha de bens. Dessa forma, ocorre a transmissão de bens conforme seus interesses — desde que a legislação seja seguida.

Isenção de imposto

Além dos custos atrelados à realização do inventário, o patrimônio está sujeito ao pagamento do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD). Essa é mais uma cobrança que pode diminuir ainda mais os recursos da família.

O seguro de vida é isento de ITCMD, então não é preciso se preocupar com um pagamento extra. Assim, é possível garantir que os herdeiros recebam um valor líquido.

Processo menos burocrático

O processo de seguro tende a ser simples, menos burocrático e menos demorado. Após o falecimento — em certos casos, também diante de uma doença ou de um acidente, basta que os beneficiários busquem a seguradora.

Assim, a apólice pode ser paga conforme o acordado. Desse modo, os herdeiros recebem o valor em um período menor e com menos dificuldades ou disputas, por exemplo.

Após conhecer quanto custa um inventário, você passa a ter uma ideia clara sobre o processo e os impactos que ele pode causar no patrimônio. Entre as alternativas, vale a pena considerar o seguro de vida como uma solução prática para a sucessão.

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